{"id":3269,"date":"2011-02-17T18:56:21","date_gmt":"2011-02-17T20:56:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/\/?p=3269"},"modified":"2011-02-17T18:56:21","modified_gmt":"2011-02-17T20:56:21","slug":"tjmg-acao-de-extincao-de-condominio-direito-real-de-habitacao-quota-parte-de-menor-destinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/?p=3269","title":{"rendered":"TJ|MG: A\u00e7\u00e3o de Extin\u00e7\u00e3o de Condom\u00ednio &#8211; Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o &#8211; Quota-Parte de Menor \u2013 Destina\u00e7\u00e3o."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Dados B\u00e1sicos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte: <\/strong>1.0223.06.190580-6\/001(1) <strong>Tipo: <\/strong>Ac\u00f3rd\u00e3o TJMG <strong>Data de Julgamento: <\/strong>02\/02\/2011 <strong>Data de Aprova\u00e7\u00e3o <\/strong>Data n\u00e3o dispon\u00edvel <strong>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/strong>14\/02\/2011 <strong>Estado: <\/strong>Minas Gerais <strong>Cidade: <\/strong>Divin\u00f3polis <strong>Relator: <\/strong>Nilo Lacerda<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Legisla\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Legisla\u00e7\u00e3o: <\/strong>Arts. 1.416 e 1.831, do C\u00f3digo Civil e art. 12 da Lei n\u00ba 1.060\/50.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ementa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A\u00c7\u00c3O DE EXTIN\u00c7\u00c3O DE CONDOM\u00cdNIO &#8211; DIREITO REAL DE HABITA\u00c7\u00c3O &#8211; QUOTA-PARTE DE MENOR &#8211; DESTINA\u00c7\u00c3O. &#8211; O direito real de habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede a aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel sobre o qual \u00e9 exercido, assim como n\u00e3o obsta a extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio que o alcan\u00e7a, pois a tais atos jur\u00eddicos se sobrep\u00f5e intoc\u00e1vel. &#8211; Em se tratando de direito de menor, deve-se determinar o seu dep\u00f3sito em conta poupan\u00e7a ou utiliza\u00e7\u00e3o para aquisi\u00e7\u00e3o de outro im\u00f3vel, salvo comprova\u00e7\u00e3o de real necessidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00cdntegra<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00famero do processo: <\/strong>1.0223.06.190580-6\/001(1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Numera\u00e7\u00e3o \u00danica: <\/strong>1905806-40.2006.8.13.0223<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relator: <\/strong>Des.(a) NILO LACERDA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relator do Ac\u00f3rd\u00e3o: <\/strong>Des.(a) NILO LACERDA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data do Julgamento: <\/strong>02\/02\/2011<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data da Publica\u00e7\u00e3o: <\/strong>14\/02\/2011<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Inteiro Teor: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EMENTA: <\/strong>A\u00c7\u00c3O DE EXTIN\u00c7\u00c3O DE CONDOM\u00cdNIO &#8211; DIREITO REAL DE HABITA\u00c7\u00c3O &#8211; QUOTA-PARTE DE MENOR &#8211; DESTINA\u00c7\u00c3O. &#8211; O direito real de habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede a aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel sobre o qual \u00e9 exercido, assim como n\u00e3o obsta a extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio que o alcan\u00e7a, pois a tais atos jur\u00eddicos se sobrep\u00f5e intoc\u00e1vel. &#8211; Em se tratando de direito de menor, deve-se determinar o seu dep\u00f3sito em conta poupan\u00e7a ou utiliza\u00e7\u00e3o para aquisi\u00e7\u00e3o de outro im\u00f3vel, salvo comprova\u00e7\u00e3o de real necessidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">APELA\u00c7\u00c3O C\u00cdVEL N\u00b0 1.0223.06.190580-6\/001 &#8211; COMARCA DE DIVIN\u00d3POLIS &#8211; APELANTE(S): MARIA CASTORINA DE MENDON\u00c7A CUNHA E OUTRO(A)(S) &#8211; APELADO(A)(S): BRUNA FERNANDES CUNHA ASSISTIDO(A) P\/ M\u00c3E CORINA MARIA FERNANDES. &#8211; LITISCONSORTE: GREICE ELLEN VELOSO CUNHA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">REPDO(A) P\/CURADOR(A) ESPECIAL EDUARDO AUGUSTO SILVA TEIXEIRA. &#8211; RELATOR: EXMO. SR. DES. NILO LACERDA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AC\u00d3RD\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vistos etc., acorda, em Turma, a 12\u00aa C\u00c2MARA C\u00cdVEL do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de Minas Gerais, sob a Presid\u00eancia do Desembargador SALDANHA DA FONSECA , incorporando neste o relat\u00f3rio de fls., na conformidade da ata dos julgamentos e das notas taquigr\u00e1ficas, \u00e0 unanimidade de votos, EM DAR PROVIMENTO PARCIAL<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Belo Horizonte, 02 de fevereiro de 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DES. NILO LACERDA &#8211; Relator <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NOTAS TAQUIGR\u00c1FICAS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O SR. DES. NILO LACERDA:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>VOTO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de apela\u00e7\u00e3o interposta por MARIA CASTORINA DE MENDON\u00c7A CUNHA E OUTROS contra a r. senten\u00e7a de fls. 131\/140, proferida pelo M.M. Juiz de Direito da 02\u00aa Vara C\u00edvel de Divin\u00f3polis\/MG, nos autos da A\u00c7\u00c3O DE EXTIN\u00c7\u00c3O DE CONDOM\u00cdNIO C\/C COBRAN\u00c7A ajuizada por BRUNA FERANNADES CUNHA, assistida por sua m\u00e3e CORINA MARIA FERNANDES, que julgou procedente o pedido inicial, para determinar a extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio existente entre a autora e os r\u00e9us sobre os im\u00f3veis objeto da a\u00e7\u00e3o, mediante pr\u00e9via avalia\u00e7\u00e3o judicial e posterior venda em hasta p\u00fablica, respeitando-se o direito de prefer\u00eancia entre os cond\u00f4minos, o direito de posse da r\u00e9 Maria Castorina sobre o im\u00f3vel, cujo registro se afere \u00e0s fls. 18\/19 e a quota-parte pertencente \u00e0 autora menor p\u00fabere.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Interpostos embargos de declara\u00e7\u00e3o, estes foram rejeitados \u00e0 fl. 145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Apelantes sustentam, em s\u00edntese, ser necess\u00e1ria a modifica\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a, sob o fundamento de que, segundo a jurisprud\u00eancia dominante, o im\u00f3vel sobre o qual recaia o direito real de habita\u00e7\u00e3o do c\u00f4njuge sobrevivente n\u00e3o pode ser alienado, constituindo este direito mat\u00e9ria de ordem p\u00fablica. Al\u00e9m disso, pondera que mantida a decis\u00e3o de aliena\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis, a quota-parte da autora, menor p\u00fabere, deveria ser utilizada para adquirir outro bem ou depositado em caderneta de poupan\u00e7a at\u00e9 que a recorrida adquirisse a maioridade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contra-raz\u00f5es \u00e0s fls. 156\/157.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ausente o preparo, em raz\u00e3o de os Apelantes litigarem sob o benepl\u00e1cito da justi\u00e7a gratuita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parecer da ilustrada Procuradoria-Geral de Justi\u00e7a \u00e0s fls. 105\/113, opinando pelo provimento do apelo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conhe\u00e7o do recurso, visto que presentes os pressupostos de sua admissibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A controv\u00e9rsia cinge-se na verifica\u00e7\u00e3o se \u00e9 poss\u00edvel ou n\u00e3o a aliena\u00e7\u00e3o de bem indivis\u00edvel, sobre o qual recaia direito real de habita\u00e7\u00e3o, bem como acerca da destina\u00e7\u00e3o do valor obtido com a aliena\u00e7\u00e3o judicial cab\u00edvel a menor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inicialmente, cumpre esclarecer que a presente a\u00e7\u00e3o visa \u00e0 extin\u00e7\u00e3o de condom\u00ednio de quatro im\u00f3veis, deixados pelo falecido Serafim Veloso da Cunha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Apelante alega que o direito real de habita\u00e7\u00e3o que lhe foi assegurado impede a aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel objeto do registro de f. 18-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00edlvio de Salvo Venosa, na obra &#8220;Direito Civil&#8221;, 6\u00aa ed., Vol. 05, S\u00e3o Paulo: Editora Atlas, 2006, p. 476 e 482-483, anota:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A nua-propriedade n\u00e3o fica fora do com\u00e9rcio. Pode ser alienada, gravada, sem que com isso se altere o direito do usufruto. [&#8230;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O direito real de habita\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais restrito. \u00c9 atribu\u00eddo ao habitador o direito personal\u00edssimo e tempor\u00e1rio de residir em im\u00f3vel, n\u00e3o podendo ser cedido nem mesmo seu exerc\u00edcio. Cuida-se de direito real sobre coisa alheia, porque o titular reside em im\u00f3vel que n\u00e3o \u00e9 seu. Pode faz\u00ea-lo, evidentemente, com sua fam\u00edlia. A lei n\u00e3o se restringe ao im\u00f3vel exclusivamente urbano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[&#8230;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Subsidiariamente, \u00e9 aplicada a disciplina do usufruto (art. 1.416; antigo art. 748). Pode ser institu\u00eddo sob termo ou condi\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, quando concedido a algu\u00e9m enquanto realize seus estudos ou tratamento de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais \u00fatil, em tese, que o simples uso, o direito de habita\u00e7\u00e3o serve para proteger vitaliciamente algu\u00e9m, provendo-o de um teto de moradia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[&#8230;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O atual C\u00f3digo, no art. 1.831, estabelece esse direito real de habita\u00e7\u00e3o ao c\u00f4njuge sobrevivente, &#8220;qualquer que seja o regime de bens&#8221;. Com isto corrige injusti\u00e7a, pois nem sempre o c\u00f4njuge sob outro regime que n\u00e3o o da comunh\u00e3o universal estaria protegido com bens da heran\u00e7a, a ponto de ter um local para residir. N\u00e3o havia raz\u00e3o para a manuten\u00e7\u00e3o da reda\u00e7\u00e3o anterior. No entanto, j\u00e1 h\u00e1 tentativa legislativa de retornar-se ao sistema anterior.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Visto que ao direito real de habita\u00e7\u00e3o \u00e9 aplicada, subsidiariamente, a disciplina do usufruto (CC 1.416), e que a nua-propriedade n\u00e3o est\u00e1 fora do com\u00e9rcio, conclus\u00e3o jur\u00eddica razo\u00e1vel \u00e9 de que o direito real de habita\u00e7\u00e3o da apelante n\u00e3o impede a aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel objeto do registro imobili\u00e1rio de f. 18-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dessa forma, n\u00e3o cabe confundir nua-propriedade e direito real de habita\u00e7\u00e3o, aquela dispon\u00edvel, este n\u00e3o, porquanto personal\u00edssimo e tempor\u00e1rio, uma vez que serve para proteger vitaliciamente algu\u00e9m, provendo-o um teto de morada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por conclus\u00e3o, o direito real de habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede a aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel sobre o qual \u00e9 exercido, assim como n\u00e3o obsta a extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio que o alcan\u00e7a, pois a tais atos jur\u00eddicos se sobrep\u00f5e intoc\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Noutro giro, no que diz respeito \u00e0 destina\u00e7\u00e3o do valor obtido com a venda dos demais im\u00f3veis, oriundos do direito sucess\u00f3rio da menor Bruna Fernandes da Cunha, deve o julgador determinar que o referido valor seja depositado em conta poupan\u00e7a ou utilizado para a aquisi\u00e7\u00e3o de outro im\u00f3vel que lhe sirva de resid\u00eancia, como sugerido pela i. Procuradora de Justi\u00e7a, podendo o respons\u00e1vel legal requerer em Ju\u00edzo a libera\u00e7\u00e3o mensal de determinada quantia para a subsist\u00eancia da menor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A esse respeito:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;ALVAR\u00c1 JUDICIAL &#8211; DINHEIRO &#8211; MENOR &#8211; CONTA BANC\u00c1RIA &#8211; INTERESSES &#8211; REAL &#8211; VANTAGEM &#8211; NECESSIDADE.- Em se tratando de dinheiro pertencente a menor, cumpre seja ele depositado em conta judicial devidamente remunerada, somente podendo ser utilizado caso demonstrada a real vantagem e\/ou necessidade daquele.&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Apela\u00e7\u00e3o C\u00edvel 2.0000.00.503050-2\/000. Rel. Des. Edivaldo George dos Santos. 07\u00aa C. Civ do TJMG. DJ. 17\/06\/2008).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mediante tais considera\u00e7\u00f5es, DAR PARCIAL PROVIMENTO \u00c1 APELA\u00c7\u00c3O, para reformando, em parte, a r. senten\u00e7a, determinar que os valores destinados \u00e0 menor sejam depositados em conta poupan\u00e7a ou utilizados para aquisi\u00e7\u00e3o de outro im\u00f3vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Custas recursais meio a meio, suspensa a sua exigibilidade, nos termos do artigo 12 da Lei 1.060\/50.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Votaram de acordo com o(a) Relator(a) os Desembargador(es): ALVIMAR DE \u00c1VILA e SALDANHA DA FONSECA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00daMULA: <\/strong>DERAM PROVIMENTO PARCIAL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.iribcultural.org.br\/boletim\/2011\/fevereiro\/downloads\/juris-4047-01.pdf\">Boletim Eletr\u00f4nico IRIB &#8211; N\u00ba 4047 &#8211; 17 de fevereiro de 2011<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados B\u00e1sicos Fonte: 1.0223.06.190580-6\/001(1) Tipo: Ac\u00f3rd\u00e3o TJMG Data de Julgamento: 02\/02\/2011 Data de Aprova\u00e7\u00e3o Data n\u00e3o dispon\u00edvel Data de Publica\u00e7\u00e3o:14\/02\/2011 Estado: Minas Gerais Cidade: Divin\u00f3polis Relator: Nilo Lacerda Legisla\u00e7\u00e3o Legisla\u00e7\u00e3o: Arts. 1.416 e 1.831, do C\u00f3digo Civil e art. 12 da Lei n\u00ba 1.060\/50. Ementa A\u00c7\u00c3O DE EXTIN\u00c7\u00c3O DE CONDOM\u00cdNIO &#8211; DIREITO REAL DE HABITA\u00c7\u00c3O [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-3269","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-tjs"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3269","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3269"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3269\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3269"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3269"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3269"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}