{"id":13942,"date":"2017-11-09T14:01:09","date_gmt":"2017-11-09T16:01:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/?p=13942"},"modified":"2017-11-09T14:01:09","modified_gmt":"2017-11-09T16:01:09","slug":"informativo-stj-n-0613-08-de-novembro-de-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/?p=13942","title":{"rendered":"Informativo STJ n. 0613 \u2013 08 de novembro de 2017"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13392\" src=\"https:\/\/www.26notas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Decis\u00f5es-STJ1-1024x662.png\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"271\" \/><\/p>\n<p><strong>PROCESSO<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.stj.jus.br\/webstj\/processo\/justica\/jurisprudencia.asp?origemPesquisa=informativo&amp;tipo=num_pro&amp;valor=REsp1617652\">REsp 1.617.652-DF<\/a>, Rel. Min. Nancy Andrighi, por unanimidade, julgado em 26\/09\/2017, DJe 29\/09\/2017<\/p>\n<p><strong>RAMO DO DIREITO<\/strong>:<\/p>\n<p>Direito Civil<\/p>\n<p><strong>TEMA<\/strong>:<\/p>\n<p>A\u00e7\u00e3o de resolu\u00e7\u00e3o de promessa de compra e venda de im\u00f3vel c\/c pedido de revis\u00e3o de cl\u00e1usulas contratuais. Cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria. Arras. Natureza indenizat\u00f3ria. Cumula\u00e7\u00e3o. Impossibilidade.<\/p>\n<p><strong>DESTAQUE<\/strong>:<\/p>\n<p>Na hip\u00f3tese de inexecu\u00e7\u00e3o do contrato, revela-se inadmiss\u00edvel a cumula\u00e7\u00e3o das arras com a cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria, sob pena de ofensa ao princ\u00edpio do non bis in idem.<\/p>\n<p><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES DO INTEIRO TEOR<\/strong>:<\/p>\n<p>Cinge-se a controv\u00e9rsia acerca da impossibilidade de cumula\u00e7\u00e3o da cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria com a reten\u00e7\u00e3o das arras. Inicialmente, cumpre salientar que a cl\u00e1usula penal constitui pacto acess\u00f3rio, de natureza pessoal, por meio do qual as partes contratantes, com o objetivo de estimular o integral cumprimento da aven\u00e7a, determinam previamente uma penalidade a ser imposta ao devedor na hip\u00f3tese de inexecu\u00e7\u00e3o total ou parcial da obriga\u00e7\u00e3o, ou de cumprimento desta em tempo e modo diverso do pactuado. Nos termos do art. 409 do C\u00f3digo Civil de 2002, a cl\u00e1usula penal, tamb\u00e9m chamada de pena convencional ou simplesmente multa contratual, pode ser classificada em duas esp\u00e9cies: (i) a cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria, que se refere \u00e0 inexecu\u00e7\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o, no todo ou em parte; e (ii) a cl\u00e1usula penal morat\u00f3ria, que se destina a evitar retardamento no cumprimento da obriga\u00e7\u00e3o, ou o seu cumprimento de forma diversa da convencionada, quando a obriga\u00e7\u00e3o ainda for poss\u00edvel e \u00fatil ao credor. Quando ajustada entre as partes, a cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria incide na hip\u00f3tese de inadimplemento da obriga\u00e7\u00e3o (total ou parcial), raz\u00e3o pela qual, al\u00e9m de servir como puni\u00e7\u00e3o \u00e0 parte que deu causa ao rompimento do contrato, funciona como fixa\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de perdas e danos. Ou seja, representa um valor previamente estipulado pelas partes a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o pela inexecu\u00e7\u00e3o contratual. De outro turno, as arras se relacionam \u00e0 quantia ou bem entregue por um dos contratantes ao outro, por ocasi\u00e3o da celebra\u00e7\u00e3o do contrato, como sinal de garantia do neg\u00f3cio. De acordo com os arts. 417 a 420 do C\u00f3digo Civil de 2002, a fun\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria das arras se faz presente n\u00e3o apenas quando h\u00e1 o l\u00edcito arrependimento do neg\u00f3cio (art. 420), mas principalmente quando ocorre a inexecu\u00e7\u00e3o do contrato. Isso porque, de acordo com o disposto no art. 418, mesmo que as arras tenham sido entregues com vistas a refor\u00e7ar o v\u00ednculo contratual, tornando-o irretrat\u00e1vel, elas atuar\u00e3o como indeniza\u00e7\u00e3o prefixada em favor da parte &#8220;inocente&#8221; pelo inadimplemento do contrato, a qual poder\u00e1 reter a quantia ou bem, se os tiver recebido, ou, se for quem os deu, poder\u00e1 exigir a respectiva devolu\u00e7\u00e3o, mais o equivalente. Outrossim, de acordo com o que determina o art. 419 do CC\/02, a parte prejudicada pelo inadimplemento culposo pode exigir indeniza\u00e7\u00e3o suplementar, provando maior preju\u00edzo, &#8220;valendo as arras como taxa m\u00ednima&#8221;, ou, ainda, pode requerer a execu\u00e7\u00e3o do acordado com perdas e danos, se isso for poss\u00edvel, &#8220;valendo as arras como o m\u00ednimo da indeniza\u00e7\u00e3o&#8221;. Nesse contexto, evidenciado que, na hip\u00f3tese de inadimplemento do contrato, as arras apresentam natureza indenizat\u00f3ria, desempenhando papel semelhante ao da cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria, \u00e9 imperiosa a conclus\u00e3o no sentido da impossibilidade de cumula\u00e7\u00e3o de ambos os institutos, em face do princ\u00edpio geral da proibi\u00e7\u00e3o do non bis in idem (proibi\u00e7\u00e3o da dupla condena\u00e7\u00e3o a mesmo t\u00edtulo).<\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p><strong>PROCESSO<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.stj.jus.br\/webstj\/processo\/justica\/jurisprudencia.asp?origemPesquisa=informativo&amp;tipo=num_pro&amp;valor=REsp1680357\">REsp 1.680.357-RJ<\/a>, Rel. Min. Nancy Andrighi, por unanimidade, julgado em 10\/10\/2017, DJe 16\/10\/2017<\/p>\n<p><strong>RAMO DO DIREITO<\/strong>:<\/p>\n<p>Direito Falimentar<\/p>\n<p><strong>TEMA<\/strong>:<\/p>\n<p>A\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o. Efeitos da decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia. Patrim\u00f4nio afetado como um todo. Usucapi\u00e3o. Interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o aquisitiva. Massa falida objetiva. Art. 47 do DL n. 7.661\/45. Inaplicabilidade.<\/p>\n<p><strong>DESTAQUE<\/strong>:<\/p>\n<p>O curso da prescri\u00e7\u00e3o aquisitiva da propriedade de bem que comp\u00f5e a massa falida \u00e9 interrompido com a decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES DO INTEIRO TEOR<\/strong>:<\/p>\n<p>O debate se limita a verificar a exist\u00eancia de usucapi\u00e3o de im\u00f3vel ocupado por terceiros em momento anterior \u00e0 decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia da companhia sider\u00fargica propriet\u00e1ria do bem, ocorrida \u00e0 luz do DL n. 7.661\/45. Inicialmente, ressalta-se que a senten\u00e7a declarat\u00f3ria de fal\u00eancia inaugura a massa falida subjetiva, com a forma\u00e7\u00e3o da massa de credores (corpus creditorum) que, no decurso do processo falimentar, concorrer\u00e1 na realiza\u00e7\u00e3o do ativo para satisfa\u00e7\u00e3o de seus cr\u00e9ditos. Simultaneamente, forma-se a massa objetiva, ou seja, a afeta\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio do falido como um todo, e n\u00e3o os bens singulares separadamente. Nessa linha de compreens\u00e3o, \u00e9 absolutamente relevante compreender que a senten\u00e7a declarat\u00f3ria da fal\u00eancia produz efeitos imediatos, t\u00e3o logo prolatada pelo ju\u00edzo concursal. A prop\u00f3sito, a doutrina menciona a constri\u00e7\u00e3o geral do patrim\u00f4nio do falido como um ato de penhoramento abstrato decorrente da decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia. Isso quer dizer que o Estado, sem necessidade do ato material, retira a posse e preestabelece outros efeitos jur\u00eddicos no tocante \u00e0 extens\u00e3o objetiva do concurso de credores. Nesse contexto, o bem im\u00f3vel, ocupado por quem tem expectativa de adquiri-lo por meio da usucapi\u00e3o, passa a compor um s\u00f3 patrim\u00f4nio afetado na decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia, correspondente \u00e0 massa falida objetiva. Assim, o curso da prescri\u00e7\u00e3o aquisitiva da propriedade de bem que comp\u00f5e a massa falida \u00e9 interrompido com a decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia, pois o possuidor (seja ele o falido ou terceiros) perde a posse pela incurs\u00e3o do Estado na sua esfera jur\u00eddica. Note-se que a suspens\u00e3o do curso da prescri\u00e7\u00e3o a que alude o art. 47, do DL n. 7.661\/45 cinge-se \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es de responsabilidade do falido para com seus credores, e n\u00e3o interfere na prescri\u00e7\u00e3o aquisitiva da propriedade por usucapi\u00e3o, a qual \u00e9 interrompida na hora em que decretada a fal\u00eancia devido \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da massa falida objetiva.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p><strong>PROCESSO<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.stj.jus.br\/webstj\/processo\/justica\/jurisprudencia.asp?origemPesquisa=informativo&amp;tipo=num_pro&amp;valor=REsp1471563\">REsp 1.471.563-AL<\/a>, Rel. Min. Paulo de Tarso Sanseverino, por unanimidade, julgado em 26\/09\/2017, DJe 10\/10\/2017<\/p>\n<p><strong>RAMO DO DIREITO<\/strong>:<\/p>\n<p>Direito Processual Penal, Direito Processual Civil<\/p>\n<p><strong>TEMA<\/strong>:<\/p>\n<p>Aquisi\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel com proventos de crime. Ocupa\u00e7\u00e3o posterior por terceiros. Alega\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o. Sequestro e posterior confisco do bem pelo ju\u00edzo criminal. Preval\u00eancia sobre o ju\u00edzo c\u00edvel. Extin\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o. Perda de objeto.<\/p>\n<p><strong>DESTAQUE<\/strong>:<\/p>\n<p>H\u00e1 perda de objeto da a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o proposta em ju\u00edzo c\u00edvel na hip\u00f3tese em que ju\u00edzo criminal decreta a perda do im\u00f3vel usucapiendo em raz\u00e3o de ter sido adquirido com proventos de crime.<\/p>\n<p><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES DO INTEIRO TEOR<\/strong>:<\/p>\n<p>Discute-se acerca da possibilidade de o ju\u00edzo c\u00edvel julgar a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o sobre bem sequestrado e, posteriormente, confiscado pelo ju\u00edzo criminal, em raz\u00e3o de o im\u00f3vel ter sido adquirido com proventos de crime. No direito p\u00e1trio, a coordena\u00e7\u00e3o entre o ju\u00edzo c\u00edvel e criminal se d\u00e1 pelo sistema da separa\u00e7\u00e3o relativa, em que se admite, embora sem car\u00e1ter absoluto, processos paralelos, com a possibilidade de julgamentos discrepantes. Apesar de a independ\u00eancia das inst\u00e2ncias ser regra, os sistemas processuais civil e penal admitem exce\u00e7\u00f5es, em que se adota o sistema da ades\u00e3o, por meio do qual uma inst\u00e2ncia simplesmente adere ao julgamento da outra. \u00c9 o caso do disposto no art. 935, in fine, do C\u00f3digo Civil, que exclui da cogni\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo c\u00edvel a controv\u00e9rsia acerca da materialidade e da autoria do ato il\u00edcito, &#8220;quando estas quest\u00f5es se acharem decididas no ju\u00edzo criminal &#8220;. Exemplo da hip\u00f3tese inversa \u00e9 a regra que exclui da cogni\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo criminal a controv\u00e9rsia acerca do estado civil de pessoa, conforme previsto no art. 92 do C\u00f3digo de Processo Penal. Nessa linha de entendimento, o discrimen que permite excepcionar a regra da independ\u00eancia das inst\u00e2ncias, na hip\u00f3tese analisada, \u00e9 o interesse p\u00fablico de que se reveste o confisco. Efetivamente, a par do interesse do lesado em obter repara\u00e7\u00e3o civil, existe o interesse p\u00fablico de subtrair do autor do il\u00edcito penal o produto do crime ou os bens adquiridos com os proventos da infra\u00e7\u00e3o. Deveras, observa-se que o confisco foi previsto como efeito autom\u00e1tico da condena\u00e7\u00e3o criminal (art. 91, inciso II, do CP), n\u00e3o dependendo de requerimento do lesado, podendo ser decretado de of\u00edcio ou a requerimento do Minist\u00e9rio P\u00fablico (art. 127 do CPP). Observa-se tamb\u00e9m, sob outro \u00e2ngulo, que o CPP previu os embargos de terceiro como instrumento de defesa do acusado e de terceiros contra essa medida constritiva real (art. 130). Essas previs\u00f5es normativas evidenciam que a finalidade da norma foi excluir da compet\u00eancia do ju\u00edzo c\u00edvel qualquer decis\u00e3o sobre o destino do bem constrito. Nessa ordem de ideias, pode-se concluir que, ap\u00f3s decretado o confisco do bem por meio de senten\u00e7a penal condenat\u00f3ria transitada em julgado, nada resta ao ju\u00edzo c\u00edvel sen\u00e3o curvar-se ao provimento exarado pelo ju\u00edzo criminal, cabendo \u00e0 parte interessada insurgir-se perante aquele ju\u00edzo, por meio dos referidos embargos. Assim, considerando-se que, no caso analisado, o ju\u00edzo c\u00edvel est\u00e1 subordinado aos comandos da senten\u00e7a proferida pelo ju\u00edzo criminal, imp\u00f5e-se reconhecer que a a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o deve ser julgada extinta, sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, por perda do objeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROCESSO: REsp 1.617.652-DF, Rel. Min. Nancy Andrighi, por unanimidade, julgado em 26\/09\/2017, DJe 29\/09\/2017 RAMO DO DIREITO: Direito Civil TEMA: A\u00e7\u00e3o de resolu\u00e7\u00e3o de promessa de compra e venda de im\u00f3vel c\/c pedido de revis\u00e3o de cl\u00e1usulas contratuais. Cl\u00e1usula penal compensat\u00f3ria. Arras. Natureza indenizat\u00f3ria. Cumula\u00e7\u00e3o. Impossibilidade. 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